Header Ads

Com previsão de retorno gradual das aulas, no Ceará, para outubro, conheça o protocolo apresentado pelo governo.

 



     Com quatro fases, sendo uma de transição, o retorno gradual das aulas presenciais do Ceará ocorre a partir do próximo dia 1º de outubro e conta com protocolo específico de retomada para oferecer segurança a alunos, responsáveis, professores e funcionários. O documento foi divulgado nesta terça-feira, 22, pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) com orientações sobre condições sanitárias, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e organização de acesso e permanência nas instituições, entre outras.

    De acordo com o Governo do Estado, que anunciou o início da volta das atividades presenciais de ensino no último sábado, 19, as prefeituras de cada município têm autonomia para regulamentar o seu próprio plano de retomada a partir da data oficializada para a retomada gradual. Sobre as fases, a etapa de transição terá um período de no mínimo sete dias e as demais etapas serão de 14 dias. A modalidade remota deve continuar sendo oferecida como opção às famílias.

     A partir do retorno, cada instituição de ensino deve estimular que pais ou responsáveis verifiquem a temperatura corporal dos estudantes antes de sair de casa, devendo o aluno não sair se a temperatura estiver acima de 37.5°C. O mesmo deve ser feito obrigatoriamente na entrada dos locais de ensino, não só em estudantes, como prestadores de serviços, terceirizados, fornecedores, responsáveis ou cuidadores. O acesso sem uso o devido de máscaras deve ser vedado. As turmas e horários de intervalos devem ser reorganizados para evitar aglomerações e garantir que alunos possam cumprir o distanciamento de 1,5 metros. Instituições devem organizar rodízio para que a quantidade de alunos ao mesmo tempo nos locais estejam de acordo com os limites estabelecidos em cada etapa de retorno prevista. O protocolo aponta ainda que é necessário garantir, "ao máximo", que apenas alunos da mesma turma se relacionem, evitando aglomerações de estudantes na áreas comuns.

    Quantos as atividades curriculares, é recomendado que seja suspensa a troca de sala de aula durante o turno escolar, exceto quando seja para aulas práticas em laboratórios. Refeições devem ser feitas nas próprias salas ou com uso escalonado do refeitório, que deve ser devidamente higienizado entre a troca de turmas. 

Transporte 

O documento, que conta com 63 páginas, dispõe de seção voltada para o transporte. O Governo do Estado sugere que os estudantes se desloquem separadamente ou apenas na presença de responsáveis ou familiares que habitem na mesma residência. Caso não seja possível, é necessário proporcionar também a utilização de horários alternativos de entrada e saída nas instituições para que os alunos evitem aglomerações em transportes públicos, especialmente em horários de pico. No caso do uso do transporte escolar privado, recomenda-se atentar para medição da temperatura, redução de pessoas por veículos, uso da máscara e desinfecção constante do meio de transporte. As instituições devem manter comunicação constante com as empresas de transporte escolar particular, a fim de acompanhar o cumprimento das normas de segurança sanitária. Para o transporte fornecido pela própria escola, é preciso manter a ventilação natural dentro dos carros, com abertura de todas as janelas e desinfecção regular dos assentos e demais superfícies que são frequentemente tocadas. Limpeza é para ser feita com solução com hipoclorito de sódio 2%, preparados alcoólicos e/ou outros sanitizante. 

Veja outras orientações presentes no protocolo: 

Suspender os controles de acesso que exijam contato manual dos colaboradores e alunos, tais como controle biométrico, assinatura de ponto e digitação de senhas de entrada. 

Orientar os profissionais e alunos que devem evitar excessos ao falar, tocar o rosto, nariz, boca e olhos durante suas atividades. 

Proibir a realização de excursões e atividades externas à instituição, com exceção dos estágios. 

Estruturar um sistema de triagem ágil de verificação e desinfecção pelo qual todas as pessoas que entrarem na instituição de ensino deverão passar. 

Obrigatória higienização de mãos com álcool em gel 70% e calçados em soluções sanitizantes. 

No caso de crianças menores de 5 anos, é recomendado priorizar a lavagem das mãos com água e sabonete devido aos riscos de intoxicação. 

Durante a triagem ágil de verificação e desinfecção, estimular a higienização de bolsas e objetos com solução desinfetante. 

Adicionar barreiras físicas, como telas flexíveis de plástico, ou intercalar a utilização dos espaços, tal como as pias dos banheiros, quando as estruturas não permitem distanciamento mínimo de 1,5 metro (um metro e meio) de distância. 

Restringir o uso de elevadores a 1/3 (um terço) de sua capacidade e priorizar seu uso apenas por pessoas com dificuldades de mobilidade. 

Realizar a higienização frequente dos botões de acionamento. Adaptar bebedouros para uso somente como forma de encher garrafas pessoais. 

Testagem 

Garantir que os profissionais, os pais e responsáveis entendam que precisam estar preparados e dispostos a: 

a) Agendar testes de RT-PCR se eles estiverem exibindo sintomas; 

b) Todas as crianças podem ser testadas, incluindo crianças menores de 5 anos; 

c) Os funcionários e os alunos não devem entrar na instituição se tiverem sintomas gripais e devem ser enviados para casa para se autoisolarem se os desenvolverem na instituição de ensino;


Fonte: Governo do Estado -  O Povo Online

Nenhum comentário

Atenção!
Ao comentar, escolha as palavras corretas para que seu comentário atinja seu objetivo, expor sua opinião sobre determinado assunto.
Os comentários passaram por moderação da redação e serão publicados, independente do seu conteúdo, caso o comentarista tenha uma identificação válida!
Obrigado por comentar!

Tecnologia do Blogger.