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Sob. nova direção secretaria de saúde intensifica o combate ao Aedes aegypti.



     Durante esse mês de Dezembro, já sob nova direção a Secretaria de Saúde juntamente com o Comitê de Arboviroses realizou o acompanhamento no trabalho de perifocal como também com ações educativas nas residências identificadas anteriormente como positivas, ou seja com focos do mosquito Aedes aegypti.

    No início do mês foi realizada uma visita do Comitê ao criadouro de peixes para consumo de larvas do mosquito Aedes Aegypti que são distribuídos pelos agentes de endemias.



    Segundo o Ministério da Saúde em 2019 (até 24 de agosto), foram registrados 1.439.471 de casos de dengue em todo o país, com crescimento de 599,5% em relação ao mesmo período de 2018 (205.791). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 690,4 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Com relação ao número de óbitos, foram confirmadas 591 mortes.


Os casos da febre chikungunya chegaram a 110.627 em relação ao mesmo período do ano passado, 76.742, ou seja 44,2% de aumento este ano. A taxa de incidência foi de 53,1 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Neste ano, foram confirmados laboratorialmente 57 óbitos.

Já os casos de zika apresentaram aumento de 47,1%, este ano, quando foram registrados 9.813 casos, enquanto em 2018 foram 6.669 o que representa uma taxa de incidência de 4,7 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Tocantins, Rio Grande do Norte, Alagoas e Espírito Santo. Neste ano, foram confirmados 2 óbitos por zika.




COMO COMBATER


- Não deixe água parada, destruindo os locais onde o mosquito nasce e se desenvolve, evita sua procriação.


- Deixe sempre bem tampados e lave com bucha e sabão as paredes internas de caixas d'água, poços, cacimbas, tambores de água ou tonéis, cisternas, jarras e filtros



- Não deixe acumular água em pratos de vasos de plantas e xaxins. Coloque areia fina até a borda do pratinho.



- Plantas que possam acumular água devem ser tratadas com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando no mínimo, duas vezes por semana. Tire sempre a água acumulada nas folhas.



- Não junte vasilhas e utensílios que possam acumular água (tampinha de garrafa, casca de ovo, latinha, saquinho plástico de cigarro, embalagem plástica e de vidro, copo descartável etc.) e guarde garrafas vazias de cabeça para baixo.



- Entregue pneus velhos ao serviço de limpeza urbana, caso precise mantê-los, guarde em local coberto.



- Deixe a tampa do vaso sanitário sempre fechado. Em banheiros pouco usados, dê descarga pelo menos uma vez por semana.



- Retire sempre a água acumulada da bandeja externa da geladeira e lave com água e sabão.



- Sempre que for trocar o garrafão de água mineral, lave bem o suporte no qual a água fica acumulada.



- Mantenha sempre limpo: lagos, cascatas e espelhos d'água decorativos. Crie peixes nesses locais, eles se alimentam das larvas dos mosquitos



- Lave e troque a água dos bebedouros de aves e animais no mínimo uma vez por semana.



- Limpe frequentemente as calhas e a laje das casas, coloque areia nos cacos de vidro no muro que possam acumular água.



- Mantenha a água da piscina sempre tratada com cloro e limpe-a uma vez por semana. Se não for usá-la, evite cobrir com lonas ou plásticos.



- Mantenha o quintal limpo, recolhendo o lixo e detritos em volta das casas, limpando os latões e mantendo as lixeiras tampadas. Não jogue lixo em terrenos baldios, construções e praças. Chame a limpeza urbana quando necessário.



- Permita sempre o acesso do agente de controle de zoonoses em sua residência ou estabelecimento comercial.

Fotos: Sec. Roberta Vasconcelos
Vídeo: Ministério da Saúde

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