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Abatedores reuniram-se com MP e representantes do poder executivo municipal. Confira!


    O MPCE havia pedido esclarecimento ao poder executivo de como era feita a fiscalização dos abatimentos e vendas de carne no município como podemos ver na matéria abaixo. Ficando assim proibido o abatimento e consequentemente a venda de carne que acontecia irregular em Senador Sá, muitos comentários e críticas pelas ações tomadas surgiram além do apontamento do culpado pela proibição. (Reveja a matéria abaixo)


MPCE pede esclarecimento sobre abatimento e venda de carnes no município.


Nesta segunda, 15 de agosto, houve essa reunião com os abatedores, MP e representantes do município, entretanto não chegou-se a uma solução ainda haverá outro momento para tomadas de decisões e consequentemente alguma medida provisória (curto prazo), mas como também sugestões e encaminhamentos do MP para as medidas definitivas (médio e longo prazo). Confira as palavras da gestão via sua FanPage:



PREFEITURA, MINISTÉRIO PÚBLICO E ABATEDORES DISCUTEM NOVOS RUMOS PARA O ABATE E COMERCIALIZAÇÃO DE CARNE EM SENADOR SA.
    Na tarde desta terça-feira, 15 de agosto, o Ministério público representado pelo Exmo. Dr. André Tabosa, juntamente com a secretária de saúde Jeovania Albuquerque, com o secretário de agricultura Gleucimar de Sousa, com a supervisora da ADAGRI Iracelma Arruda e com abatedores de animais e vendedores de produtos de origem animal, reuniram-se no plenário da câmara municipal de Senador Sá, e debateram a cerca da aplicação da lei de controle e fiscalização do abate e comercialização de produtos de origem animal.
     Desde o mês passado, encontra-se proibida a matança de animais e a comercialização de carnes em condições inadequadas. Decisão tomada pelo município a partir de processo administrativo movido pelo ministério público a partir de denúncia de que em Senador Sá a carne vendida no comércio tem origem no abate "clandestino", ou seja, fora dos padrões do ministério da agricultura.
     O abate continua proibido, porém o ministério público se dispôs a receber dos " marchantes" a proposta alternativa sugeridas por eles indicando uma saída provisória até que se tenha a solução definitiva para a situação, que é a construção de um abatedouro.
     O Exmo. Promotor de justiça, se comprometeu também em, juntamente com prefeitura e demais órgão competentes, a reuniram-se e construírem uma possível alternativa provisória para a questão do abate de animais.

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