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O povo sonhando com a dança da chuva enquanto CAGECE e prefeitura fazem o povo de palhaço! Pode um negócio desses?

     

      A escassez ou simplesmente a falta de água em Senador Sá é constante e a empresa responsável pela prestação desse serviço, CAGECE, vem obrigando a população a fazer a dança da chuva, já que ter água circulando e saindo nas torneiras não é para qualquer um ou em qualquer lugar.  Após uma luta com protestos, reclamações e críticas resolveu-se fazer audiências públicas, em Uruoca e em Senador Sá, dentre as soluções a principal proposta da CAGECE foi “...substituição de 5 km de adutora do ponto de captação até a estação de tratamento, que fica em Uruoca. Segundo a Cagece, a medida irá melhorar significativamente a vazão de água e normalizar o abastecimento...”, também foi proposto pelos prefeitos de Senador Sá e Uruoca que fosse assinado um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para firma oficialmente o compromisso da empresa com seus clientes.
          Juntamente com esses acontecimentos a prefeitura municipal de Senador Sá divulgou inúmeras medidas que estão e serão tomadas para amenizar a problemática da falta d’água como o abastecimento emergencial como: carro pipa, perfuração de dez poços profundos (sendo seis com chafariz), licitação de cisternas para a rede rural e uma maior cobrança com a empresa prestadora do serviço. Dessas até o momento apenas o trabalho com o carro pipa e cinco poços profundos foram concretizadas, sendo que a maioria dos poços não é água potável!
           Portando conclui-se que as ações para chegar-se a uma solução ou algo semelhante estão sendo tomadas, será?, mas também dependemos da chuva para que o nível da água de nossa fonte seja elevado, ponto esse que é essencial para resolver de vez esse assunto. Sendo que informações apontam para situação ainda pior, caso o nível de água do açude Angico aumente com o inverno em 2015. Poderá cessar o abastecimento desse local de captação sendo que até o inicio de 2015 o local não oferecerá mais possibilidades de abastecimento, sendo que atualmente estar com menos de 15% de sua capacidade. 
           O que não nos falta são perguntas, onde nem a prefeitura e nem a CAGECE atrevesse a responder ou solucionar! E enquanto isso, aguardamos com nossos reservatórios secos pela preciosa água! 



Veja abaixo entrevista com o Sec. de agricultura e recursos hídricos de Senador Sá: AQUI!
 

Ironia:
   O Brasil é o pais com a maior qualidade e quantidade em questão de água, mas ainda enfrente problemas de abastecimento e seca, interessante, não? Veja abaixo:


A ÁGUA NO BRASIL
O Brasil é um país privilegiado, pois cerca de 12% da água doce superficial do planeta corre em nossos rios. Segundo a FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations), esse percentual representa o dobro de todos os rios da Austrália e da Oceania, é 42% superior ao da Europa e 25% maior do que os do continente africano. E aproximadamente 90% do território brasileiro recebe chuvas abundantes durante o ano, o que favorece a formação de uma extensa e densa rede de rios.

A situação do planeta
“Quase 97% da água que cobre a superfície da Terra é salgada. Dos 3% restantes, a maioria está em estado sólido - nas geleiras e calotas polares -, de difícil aproveitamento. E, para piorar, grande parte da água doce em estado líquido encontra-se na camada subterrânea”, explica o geólogo Marco Antônio Ferreira Gomes, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente. Lagos, rios e lençóis freáticos menos profundos constituem apenas 0,26% de toda a água potável. E é dessa pequena fração que toda a humanidade depende para sobreviver.

A distribuição no Brasil
Apesar de abundante, o potencial hídrico do país está mal distribuído. A Amazônia, por exemplo, detém a maior bacia fluvial do mundo, mas é uma das regiões menos habitadas do Brasil. Em contrapartida, as maiores concentrações populacionais encontram-se nas capitais, distantes dos grandes rios brasileiros, como o Amazonas, o São Francisco e o Paraná. O principal problema de escassez ainda é no Nordeste, onde a falta de água tem contribuído para o abandono das terras e para a migração aos centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro, agravando ainda mais o problema da escassez de água nessas cidades.

Fonte: Portal Vital

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