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Saúde: Campanha de vacinação contra raiva inicia hoje e segue até 28 de outubro.


A Campanha de Vacinação Antirrábica Animal 2013 foi lançada ontem, 27, na Praça da Cruz Grande, no bairro Serrinha. A estimativa é que cerca de 1,7 milhão de animais sejam vacinados em todo o Estado a partir de hoje - Dia “D” da campanha. Três mil postos fixos e volantes serão disponibilizados para a vacinação; desses, 861 estão distribuídos nas seis regionais de Fortaleza.

Devem ser vacinados cães e gatos sadios com mais de três meses de idade. 
Os animais que nunca foram vacinados precisam receber o reforço da vacina em 30 dias. A campanha segue até o dia 28 de outubro.

Francisco Barroso Pinto, coordenador do Programa de Raiva do Centro de Zoonoses, destacou a letalidade da doença. Segundo ele, a raiva mata quase todas as pessoas infectadas. Em Fortaleza, não são registrados casos da doença em humanos e animais domésticos há 10 anos. Para o também coordenador da campanha, o controle se deve à distribuição das vacinas nessas ações. A raiva, no entanto, ainda não foi erradicada. “Não podemos baixar a guarda. Esse controle só foi possível por causa da vacinação”, aponta.

A camareira Germana Maciel, 30, sabe da importância da vacinação e, por isso, levou Kairós, seu cachorro de seis meses de vida, para ser protegido da doença. Atitude parecida teve o mecânico Raimundo Nonato Ferreira, 56, que mora perto do local e decidiu imunizar seus quatro gatos. “Resolvi vir, porque, na casa que tem criança, você tem que ter todos os cuidados”, explicou.
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Segundo a secretária municipal da Saúde, Socorro Martins, 80% dos cães e gatos devem ser vacinados para que a doença permaneça controlada. Ela destacou a participação dos agentes no combate a endemias.
O trabalho desses profissionais também foi levado em consideração por Azevedo Quirino, coordenador do Núcleo do Controle de Vetores (Nuvet) da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Ele falou ainda sobre o perigo de criar animais selvagens. Além de cães e gatos, morcegos e soins podem transmitir a raiva e não há vacinação para esses animais. “As pessoas têm de se conscientizar que bicho do mato tem que estar no mato”, alertou Quirino.

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